«Não estou preocupado. Estou muito consciente dos objectivos do Benfica, que está em crescimento. Tivemos jogos complicados frente ao F.C. Porto e Nápoles, sabíamos desde o principio que o calendário ia ser assim e só nos resta trabalhar. Está a ser um início complicado, com circunstâncias que se vão acumulando, mas tentamos solucioná-las. Temos demonstrado confiança que podemos fazer as coisas bem», começou por dizer Quique Flores, este domingo, no Seixal, após o treino.
O treinador lembrou que tanto no Getafe como em Valência não começou da melhor maneira, mas que os resultados acabaram por surgir. «As medalhas não se ganham no princípio e sim no fim. Há ainda muito para jogar», lembrou, recorrendo ao atletismo e a uma corrida de fundo para explicar que nos «primeiros 100 metros não está nada decidido».
Vencer o mais depressa possível é necessidade que o treinador perspectiva, assim, apenas pelas suas consequências: «Não estou ansioso. Quero que chegue esse dia porque estaremos todos mais confiantes.»
Também o director desportivo Rui Costa e o presidente Luís Filipe Vieira estão em sintonia com Quique Flores. «Estão conscientes de onde vimos e para onde vamos. Se a dinâmica não foi positiva nos últimos anos, com tranquilidade vai mudar, mas entendo que as outras pessoas tenham necessidades distintas», considerou.
Sobre
o P. Ferreira, o técnico não tem dúvidas da sua valia. «Esteve muito bem no último jogo, tem jogadores perigosos e temos de
ir com ambição de ganhar, mas com respeito pela equipa, sem a subestimarmos.»
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