No final do primeiro treino aberto do Benfica em 2018/19, que contou com a presença de cerca de dez mil adeptos, Pizzi falou aos jornalistas. O médio abordou o início de época alucinante dos encarnados, apontou à conquista do campeonato e garantiu que o futuro passa pela Luz.

«É muito bom ter este tipo de receção. Os adeptos do Benfica já nos habituaram a ambientes como este. É importante para nos dar força e é também sinal de que estamos todos unidos e com vontade de vencer. Para os mais experientes é muito e para os jovens é uma alegria e uma força extra», referiu.

Conti, Lema, Castillo, Facundo Ferreyra, entre outros, são os reforços que já estão às ordens de Rui Vitória. A essas contratações juntam-se João Félix e Gedson, produtos do Seixal. Todos eles têm a aprovação de Pizzi.

«Temos bastantes caras novas, temos miúdos mais jovens que acabaram por transitar da equipa B e da equipa de juniores. Têm muita qualidade e vão acrescentar talento e irreverência, o que também precisamos. As caras novas já demonstraram que têm muita qualidade, muita vontade de vencer e, acima de tudo, sabem que chegaram a um grande clube. Se a equipa é mais forte do que a do ano anterior? Ainda não dá para ver», sublinhou.

As águias têm um objetivo bem definido para o início da próxima temporada: conquistar o campeonato nacional.

«O objetivo é claro. Queremos voltar a conquistar o campeonato. Todos os adeptos e jogadores têm esse objetivo. Não o conseguimos o ano passado e esse será o foco desde o primeiro momento. O primeiro objetivo é entrar na Liga dos Campeões», frisou.

Durante este defeso, surgiram rumores acerca de uma possível saída do internacional português. O transmontano foi curto e bem explícito: o futuro passar por seguir de águia ao peito.

«Tenho contrato até 2022. O meu objetivo é continuar no Benfica. Não estou preocupado com o que se passa lá fora. Há pessoas que estão a trabalhar para isso. Quero ajudar o Benfica a reconquistar o campeonato», assumiu.

Pizzi desvalorizou o início de época frenético do Benfica com seis jogos em cerca de vinte dias. «Acho que o calendário é todo complicado. Todas as equipas que estão na Liga têm qualidade e vão criar-nos dificuldades. Jogar contra o Sporting na 3.ª jornada não influencia nada», disse, acrescentando que as pré-épocas dos rivais «não o preocupam».