«É sempre mais difícil defrontar uma equipa que fica mais atrás e é mais agressiva, para mais num relvado diferente, em que a bola anda mais rápido. Mas temos de nos adaptar rapidamente e, apesar de todas as dificuldades, temos uma boa equipa e acredito que vamos voltar a jogar bem e conseguir os três pontos», disse o defesa citado na agência Lusa.

O lateral brasileiro, único totalista do plantel, considera que o Paços tem de se impor em função do bom futebol que tem exibido e que «tem condições para fazer um grande campeonato». «A equipa na época passada era um pouco diferente. Somos hoje uma equipa mais alegre e que trabalha mais o jogo com bola», adiantou.

O defesa de 23 anos conquistou o seu espaço no onze de Paulo Fonseca e diz que já está melhor adaptado ao futebol europeu depois de ter cumprido praticamente a última temporada na condição de suplente. «Tinha acabado de chegar à Europa e o futebol é bastante diferente, mais rápido e com marcações mais fortes. Foi um ano de adaptação e aprendizagem. Esta época, sinto-me mais solto e com mais confiança, mas o segredo é o trabalho e a confiança que o treinador passa para os jogadores», sublinhou.

O defesa vai mais longe e diz mesmo que «o melhor Jaílson ainda não apareceu», esperando juntar à vocação ofensiva, que diz ser inata e condizente com o futebol que se pratica no Brasil, a melhorias no processo defensivo. «O mister está sempre atento e tem-me ajudado a corrigir posicionamentos, o que é bom para a minha evolução, mas também trabalhei bem na pré-época para fazer este início de competição e, felizmente, as coisas estão a correr bem», contou ainda.