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Carlos Brito, treinador do Rio Ave:

«Não é fácil, neste momento, justificar alguma coisa, no entanto, reconheço que marcámos passo e perdemos uma boa oportunidade frente a uma grande equipa. Entrámos bem no jogo e até ao golo do Nacional estávamos a ser a melhor equipa. Na segunda parte voltámos a entrar bem, tivemos oportunidade de marcar, mas foi o Nacional quem voltou a marcar. Após a derrota não há nada a fazer. É um resultado pesado para nós, mas temos ainda sete jogos.»

[Sobre a reacção de Fábio Coentrão, após a substituição] «Não vi, são reacções, só não comento porque não vi. Se, eventualmente, se passou alguma coisa, será tratada devidamente.»

Manuel Machado, treinador do Nacional:

«Em relação ao calendário, já por várias vezes defendi que devia haver uma maior constância dos jogos, de qualquer maneira, se não nos trouxe benefício não trouxe prejuízo, já que ganhámos, conseguimos os três pontos, não perdemos o contacto com o quarto lugar e criámos uma almofada maior no que respeita à segurança pelo quinto lugar.»

[Se é possível o Nacional não se qualificar para a UEFA] «Sabemos que o futebol é rico em imponderáveis e é uma situação tão passível de acontecer quanto outras. Recordo um caso do Sporting, em que numa semana José Peseiro perdeu a final da Taça UEFA e o título nacional. Mas espero qualificar o Nacional para uma prova europeia.»

[Sobre a renovação de contrato] «É muito cedo ainda, o clube tem os seus timings e, por isso, irei aguardar com muita tranquilidade a sua iniciativa para podermos conversar.»