«Tem que haver alguma diferenciação entre as vantagens que as claques legalizadas têm em relação às outras», destacou o dirigente, assumindo que as claques legalizadas dos leões vão ter «alguns direitos à entrada», ao contrário das claques do clube da casa.

Uma situação que já se tem verificado nos últimos jogos na Luz. «Numa reunião com as nossas claques, foi falado que se desejassem constituir-se associações, teriam determinados direitos. Caso contrário, teriam mais dificuldades em entrar com as bandeiras, com as tarjas, todo esse material que os acompanha para onde quer que vão», contou Paulo Silva que participou na conferência «Tolerância Zero Contra a Violência no Futebol Profissional», organizada pela Associação das Ligas Europeias de Futebol Profissional (EPFL).

Mesmo assim, vão haver restrições para as claques organizadas que não vão poder levar para a Luz «tambores, megafones e bandeiras grandes, porque este é um jogo de alto risco e, normalmente, esse tipo de material não entra». O director de segurança dos encarnados revelou ainda que a preparação do jogo está a decorrer de forma «tranquila» até porque o número de adeptos do Sporting será muito inferior aos adeptos que, normalmente, vêm com o F.C. Porto.