Jesualdo Ferreira, treinador do F.C. Porto:
«Não gostei do resultado, mas a exibição do F.C. Porto teve coisas importantes, porque o F.C. Porto foi uma equipa empenhada e que tentou ganhar sempre. Não é fácil jogar em espaços reduzidos, contra adversários agressivos. O F.C. Porto voltou a ter um jogo difícil como têm sido todos os outros. Normalmente marcamos golos cedo, hoje não marcámos e ficou mais difícil. Estivemos mal na eficácia e, a determinada altura, perdemos noção do jogo colectivo. Foi tudo muito directo no final, mas também tinha de ser assim. Com poucos espaços a velocidade diminui. Temos de habituar-nos a jogar nestas condições e encontrar soluções para a ultrapassar. Na segunda parte, sofremos um golo a frio, o que não é fácil, mas acho que, depois, fizemos o que podíamos para ganhar. Fizemos tudo, faltou-nos um pouco de felicidade no final.»
Sobre o golo anulado a Farías«Não vi ainda o lance e, por isso, não vou entrar por aí».
João Carlos Pereira, treinador do Belenenses:
«Não
sei se é um resultado justo, mas foi um belo prémio para uma equipa que sofreu bastante. Tivemos sorte em alguns momentos,
é certo. Mas procurámos essa sorte, e cumprimos o objectivo mínimo que era o empate. Continuamos a somar pontos, não temos
aproveitado o factor casa, mas isto é uma prova de regularidade. Acreditamos que com o tempo vamos fazer um campeonato bom.»
Sobre o lance da sua expulsão do banco: «As emoções fazem parte do futebol. Não fiquei satisfeito com a falta
que foi marcada. Gritei o nome do árbitro e, quando vinha para o banco, atirei uma garrafa. Só isto. Até estou com curiosidade
de ver o que vai sair no relatório, porque nunca fui expulso assim.»
Comentar este artigo
