Toni também chegou à África do Sul nesta quarta-feira, de forma a iniciar a colaboração com a selecção da Costa do Marfim. O técnico português vai ser observador dos adversários da equipa orientada por Sven-Goran Eriksson, entre os quais está, precisamente, Portugal. A contratação deu origem a notícias que davam conta de um alegado mal-estar de Carlos Queiroz. À chegada a Joanesburgo, Toni apresentou os seus argumentos.

«Em primeiro lugar, estar no Mundial é fantástico. Nunca vivi um ambiente destes. Em segundo lugar, a amizade que existe entre mim e o Eriksson. E depois, a perspectiva de trabalhar com ele no futuro, noutro projecto», justificou o antigo treinador do Benfica.

Toni garante, de resto, que conversou com Carlos Queiroz poucos dias após ter recebido o convite. «Não me divido em relação ao patriotismo. E em relação ao profissionalismo sou íntegro», reforçou.