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Champions (Grupo D): «Barça» sofre mas conquista ponto na Rússia

E ao terceiro jogo, campeão espanhol continua sem vencer Rubin Kazan

Por Redacção , CM2010-09-29 19:38h
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Não há duas sem três, diz a sabedoria popular e também o Rubin Kazan, que voltou a roubar pontos ao Barcelona na caminhada europeia. Um empate a uma bola, com uma grande penalidade convertida para cada lado, e um mal menor para os catalães, que estiveram a perder.

Depois da derrota por 1-2 em Camp Nou e do nulo em Kazan na época passada, não faltavam avisos ao campeão espanhol para o reencontro desta quarta-feira, a contar para a segunda jornada do Grupo D, e novamente na Rússia.

Moralizado pela goleada (5-1) ao Panathinaikos na ronda inaugural, o Barcelona entrou determinado no desafio, mesmo com Messi no banco, ele que viajou condicionado. Guardiola optou por reforçar o meio-campo com Mascherano e Busquets, empurrando Iniesta para a frente, com Villa e Pedro Rodriguez nas alas.

A primeira grande oportunidade surgiu logo aos 12 minutos, com Pedro Rodriguez a acertar na barra, após cruzamento rasteiro de David Villa. A grande contratação de Verão do Barça falharia, pouco depois, e por centímetros, um remate cruzado (26m).

A meio da primeira parte, sensivelmente, Dani Alves cometeu falta para castigo máximo sobre Kaleshin e o árbitro não hesitou em assinalar grande penalidade. Valdés ainda tocou na bola, mas o capitão Noboa colocou o Rubin Kazan na frente do marcador.

Em cima do intervalo, mais uma oportunidade falhada, novamente com Villa e Rodriguez no desenho. O primeiro desviou de cabeça um cruzamento de Piqué e o jovem atacante atirou ao lado.

O segundo tempo arrancou sem alterações e com Guardiola à espera de um sinal para colocar Messi em campo. Assim aconteceu a meia hora do fim, um minuto depois de David Villa empatar, também na conversão de um penalty, depois de Salukvadze travar Iniesta em falta.

A saída de Mascherano para a entrada do melhor do mundo permitiu ao Barcelona voltar ao formato original, com Iniesta a recuar até ao meio-campo e Busquets a assumir sozinho as tarefas defensivas. O Barcelona cresceu, apertou o adversário, mas a três minutos do fim foi o Rubin Kazan quem atirou ao poste, por Obafemi.

O melhor do jogo ficou para os descontos, uma soberba jogada entre Messi e Iniesta, a terminar com aquele que poderia ter sido um golo magnífico, mas não foi. Por centímetros.

O Barcelona somou, ainda assim, mais um ponto e é líder à condição (caso o Copenhaga volte a vencer, agora o Panathinaikos) com quatro.

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