Arsène Wenger, treinador do Arsenal, mostrou-se furioso com o árbitro do jogo, em declarações no final da derrota (1-2) no Dragão, dizendo que nunca tinha visto uma coisa assim, que o árbitro criou um golo e que preferia que tivesse sido penalty:
«O que me pareceu o segundo golo do F.C. Porto? Antes de tudo foi um toque acidental do Sol Campbell, foi completamente acidental. Tem de ser intencional para ser falta e o jogador não teve qualquer intenção de atrasar a bola. Depois, se é permitido marcar um livre destes a cinco metros da linha de baliza, não dá para defender. Não é possível sequer fazer barreira. Mais valia ser penalty. Era mais fácil para nós defender. Nunca vi nada assim em tantos anos no futebol.
Não culpo o F.C. Porto. Não encorajo os meus jogadores a fazer o mesmo, mas não culpo o F.C. Porto. Todos os jogadores teriam feito o mesmo. O árbitro é que não o poderia permitir uma coisa destas. Porque não é possível defender um livre destes. Não era uma situação de golo, mas o árbitro transformou-a em golo. É difícil entender uma decisão destas, mas se calhar não sou suficientemente inteligente para isso. Como está Fabianski? Não vou julgar Fabianski.
Os jogadores tiveram alguns conflitos no acesso aos balneários? No túnel tudo esteve calmo, nada aconteceu. Houve algumas picardias, mas o árbitro esteve atento e não permitiu que os ânimos se exaltassem mais. Também é importante destacar que ficou por marcar um penalty sobre o Rosicki. O importante é que perdemos, e estamos desapontados pela derrota, mas temos a oportunidade de corrigir o resultado na segunda-mão. Temos boas hipóteses de ganhar em nossa casa.»