A palavra em causa é, manifestamente, forte para aquilo que encerra uma partida de futebol. Quem o diz é Fucile. «Vingança? Não! Isto não é uma guerra! É um jogo, que queremos ganhar, assim como o Sporting», desmistifica o lateral dos campeões nacionais.
Aquilo que o uruguaio espera, isso sim, é um desfecho diferente do verificado no último encontro com os leões, em Alvalade, e que ditou a vitória dos homens de Paulo Bento, por 2-0. O facto de o F.C. Porto de Jesualdo Ferreira só ter conseguido, até agora, uma vitória sobre os sportinguistas é encarado pelo jogador como uma mera estatística: «São circunstâncias. No último jogo, por exemplo, não merecíamos perder. Fomos superiores durante todas a partida, mas eles tiveram duas oportunidades e conseguiram marcar. Vamos ver se, agora, não passamos pela mesma seca de golos.»
A vontade de fazer a dobradinha é o grande objectivo para terminar a época em grande. «Se Deus quiser, vamos ganhar essa final, que é o jogo que todos ambicionámos. Conseguimos fechar a Liga com uma boa imagem, o que era importante, pois ficará para a história. Agora, só pensamos em preparar esse jogo, no Jamor, e em levar a Taça.»
Saída de Bosingwa não lhe facilita a vida
A saída de Bosingwa para o Chelsea abre, teoricamente, o caminho
para que o sul-americano passe a ser uma opção permanente no onze portista. Fucile, todavia, não concorda. «Não é por isso
que passarei a ser uma solução mais consistente. No F.C. Porto, temos sempre de trabalhar muito para conseguirmos o lugar.
Claro que é importante ter a confiança do treinador, mas há que melhorar de dia para dia», advoga.
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