Início prometedor do capitão aveirense, impondo-se com determinação em vários lances que evitaram o pior para a sua baliza. Destacou-se sobretudo pelo sentido posicional e capacidade de antecipação, mas, à semelhança da equipa, não conseguiu dar sequência à exibição na segunda parte.
Marek Cech
Autoritário, varreu a sua zona defensiva não permitindo quaisquer veleidades a Veselinovic. Valha a verdade que o Beira Mar não carrilou muito jogo pelo seu lado, mas sempre que o fez, o eslovaco soube, na maior parte das vezes, responder à altura. Além disso, destacou-se, aos 16 minutos, por ter evitado quase sobre o risco fatal um cabeceamento de Devic na sequência de um canto.
Quaresma
Regressou ao onze depois do polémico castigo e voltou a ser decisivo. O Beira Mar esteve longe de recorrer à tal marreta de Paco Soler para o travar e o mágico dos campeões nacionais agradeceu, tal como todos os amantes do bom futebol. Decisivo na forma como cobrou o livre do qual resultou o golo de Lisandro, foi responsável por mais uma ou outra jogada à seu melhor estilo. Na retina ficou uma tentativa de chapéu a Eduardo, aos 66 minutos, que daria um golo fabuloso caso o guarda-redes aveirense não tivesse feito uma grande defesa.
Lucho
Acabou com o jogo com o seu golo, «made in» Argentina, já que recebeu a bola do compatriota Lisandro. Elevou a sua contagem pessoal de remates certeiros na Liga para oito, num jogo em que voltou a exibir a regularidade do costume.
Público
Num domingo à noite, em pleno Inverno, seria de esperar um
estádio pouco composto, mas a verdade é que aconteceu precisamente o contrário. E porquê? Porque a Direcção do Beira Mar percebeu
que colocando os bilhetes a preços acessíveis poderia atrair mais público ao estádio. Dito e feito. 14 540 espectadores seguiram
o jogo «in loco», cerca de metade da lotação do novo Mário Duarte, uma marca apreciável se tivermos em conta que as previsões
apontavam para pouco mais de 10 mil pessoas na assistência.
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