Rabah Madjer, célebre autor do calcanhar de Viena, uma ária inesquecível na discografia do F.C. Porto, foi esta terça-feira homenageado no VIII Congresso de Futebol Internacional do ISMAI.

Aplaudido de pé por centenas de estudantes, o astro argelino recordou depois os dias vividos de dragão ao peito. «Tive muitos treinadores no F.C. Porto e todos bons. Artur Jorge, Ivic e Quinito. Mas o melhor de todos foi Pinto da Costa», referiu Madjer, a alternar entre o português e o francês.

«A política implementada no clube, a disciplina, o profissionalismo, os títulos conquistados e a forma como trata os antigos atletas levam-me a dizer isto. Vivo no Qatar há alguns anos, mas é no Porto que o meu coração está.»

Com uma camisola do F.C. Porto na mão direita, Rabah Madjer visionou imagens incontornáveis da passagem pelo clube. Viena, Tóquio, outras mais. «É sempre emocionante voltar. Estou muito, muito feliz. Regressar ao F.C. Porto? Estou à disposição do meu clube», concluiu o antigo internacional argelino.

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