Primeiro, a alegada agressão: «Pontapé? A falta era a nosso favor, eu vejo o Alessandro do outro lado, coloco a bola no chão para bater e o Deda tira a bola. Eu estava com o pontapé armado, mas ele tirou bola e colocou a canela. O jogo estava parado e a culpa é minha? Brincadeira, né», declarou o autor dos dois golos do Corinthians no jogo (2-2).

Em conferência de imprensa, Ronaldo voltou-se depois para um central do Ponte Preta: «Eu vi que o Gum disse que eu pedi para ele parar de me marcar. Eu nunca faria isso, pelo amor de Deus. Eu só disse para ele parar de puxar a minha camisola, de me agarrar daquela maneira, porque estava a agarrar-me mais do que a minha mulher. Ele estava muito chato. No fim, trocámos os equipamentos, como sempre fazemos.»

Ora, depois disto, os jornalistas quiseram saber, então, quem foi o adversário que melhor marcou o Fenómeno. «Foi o Maldini e ele não agarrava, não me puxava. Chegava à bola quando tinha de chegar, fazia falta quando tinha de fazer, só isso», concluiu Ronaldo, sobre o antigo companheiro de equipa no Milan.