Foi apenas a oitava vez que o conceituado jornal francês classificou uma exibição individual com um «10». Lionel Messi foi o único a conseguir tal feito em duas ocasiões: primeiro em abril de 2010, com quatro golos ao Arsenal, e depois em março de 2012, quando marcou cinco tentos ao Leverkusen, também na Liga dos Campeões.

O «L’Equipe» estreou as notas máximas em 1988, quando a França conquistou o título europeu de esperanças, com o guarda-redes Bruno Martini e do médio Franck Sauzée.

Foi preciso esperar depois seis anos até nova nota «10», atribuída a Oleg Salenko, a propósito dos cinco golos do russo aos Camarões, no Mundial 1994.

Em 1997 o jornal francês deu também nota máxima a Lars Windfeld, guarda-redes do Aarhus, que segurou um triunfo em Nantes, para a Taça UEFA, e consequente passagem aos 16-avos da prova.

O último jogador a receber um «10» do «L’Equipe» (antes de Carlos Eduardo, claro), foi Roberto Lewandowski, quando marcou quatro golos ao Real Madrid nas meias-finais da Liga dos Campeões, em 2013, quando ainda representava o Borussia Dortmund.

Carlos Eduardo junta-se agora a esta restrita lista, para além de figurar na equipa da jornada da mesma publicação, num «onze» que conta ainda com o português Anthony Lopes na baliza, dada a exibição no triunfo sobre o Marselha.