«Defendemos um modelo de três séries de 16 clubes, com a subida automática dos vencedores das séries e a descida de três clubes da Liga de Honra», declarou Almeida Antunes, citado pela Lusa: «Tem que haver essa garantia, porque, se não, não faz sentido a alteração.»

Algumas Associações de Futebol, como a de Braga, consideram que as moções aprovadas pela FPF «se anulam uma à outra» e que as alterações são muito repentinas. Carlos Coutada, representante da citada associação, já tem em sua posse os documentos que permitirão analisar o caso. O próprio propôs a realização de um congresso sobre o futebol nacional, apoiado «em absoluto» por Almeida Antunes.

O presidente da LPFNP expressou esta manhã à Lusa o desejo da realização de «um estudo sério para analisar em conjunto o futebol nacional» e disse «não entender o porquê da pressa e a forma abrupta com que se fez o estudo» que conduziu à decisão de extinguir a III Divisão.

Hermínio Loureiro, representante da Liga Profissional, já havia defendido este modelo na segunda-feira, embora em nome individual e não como posição da Liga que dirige. Recorde-se que os campeonatos da II e III divisões poderão ficar a cargo da LPFNP, órgão com assento na Assembleia Geral da FPF.