«Estamos tranquilos, como sempre estivemos. Temos alguns jogadores lesionados, outros à procura do seu momento, outros em projecção, mas sabemos bem o que podem e, fundamentalmente, o que querem dar. Estamos perante dois quadros claros para este jogo de amanhã [sábado]. Um, o Estrela tem feito bons jogos e está bem classificado, apesar dos problemas. Dois, o ambiente exterior está de acordo com as nossas ambições neste momento. Estamos em três frentes e queremos ajuda, queremos o apoio da família azul e branca, para as ultrapassar e conquistar», declarou o técnico azul e branco, antes de fazer uma breve leitura da actualidade do adversário.

«Estou muito contente por o Estrela ter treinado antes do F.C.Porto, um bocadinho triste por não o ter feito com o Benfica. Há que admitir que estejam mais cansados agora, porque fizeram um esforço maior durante a semana. Estou curioso por ver o que acontece amanhã», sublinhou, antes de falar do árbitro do encontro, não se escusando a uma tirada humorística. «Antes dos jogos as escolhas obedecem a critérios que não conheço. O árbitro vai ter uma tarefa fácil amanhã [sábado], desde que não a dificulte. Felizmente não temos o Fucile em risco de ver o quinto amarelo, por isso…», numa clara alusão à polémica causada por Capela na última vez que dirigiu um jogo dos azuis e brancos.

Taças, um ano depois

Outro tema em foco na conferência foi a entrega das taças de campeão ao F.C.Porto, agendadas para a partida deste sábado… mais de um ano depois da conquista. O treinador portista foi breve e conciso na leitura da situação. «Ridículo. Ridículo. É a única coisa que posso dizer. Não se entende esta situação numa liga profissional, que tem equipas na Liga dos Campeões, que tem vencedores da Taça UEFA e campeões europeus.»