Jobson, a história de um craque tramado pelo crack

Agora com 22 anos, o avançado brasileiro enfrentou o perigo de irradiação do futebol. Apanhado por duas vezes no controlo antidoping, com cocaína no organismo, Jobson começou por negar as acusações, admitindo mais tarde o consumo de crack.

Cumpriu uma suspensão reduzida e voltou a merecer a confiança do Botafogo, sendo apresentado no centro do relvado, com o apoio de dezenas de adeptos. «Sempre ouvi conselhos sobre as drogas, mas tive que passar por isso. Fiz um tratamento com um psicólogo e apeguei-me a Deus para me recuperar. O importante é que ninguém me julgou. Todos falhámos, mas não vou repetir o erro», prometeu Jobson.

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