Diogo Valente

O jogador cedido pelo F.C. Porto garantiu mais que três pontos ao Leixões, já que permitiu à equipa voltar a acreditar na Europa, mediante o regresso ao sexto lugar. Marcou um golo pleno de oportunidade e infelicidade de Edson, que entregou de bandeja o ouro ao bandido. Diogo Valente acreditou, foi mais rápido que Paiva e bateu o guarda-redes com um chapéu de se lhe tirar... o chapéu. Além do golo, a sua velocidade foi determinante nos cruzamentos para a área, como aquele a que Braga não conseguiu responder aos 71 minutos.

Hugo Morais

Hugo Morais preencheu o terreno como poucos foram capazes de o fazer esta tarde no Mar. Defendeu, atacou, deu maior consistência ao meio-campo, que parecia perder-se quando o Rio Ave assumia as despesas. Aos 51 minutos, esteve perto de assinar o segundo golo, mas Gaspar, com Paiva já batido, evitou que a bola entrasse.

Fábio Coentrão

A relação amor/ódio com os adeptos do seu clube (sem esquecer os demais) está longe de afectá-lo, ou se o faz é pela positiva. O avançado foi o espelho da determinação do Rio Ave em mostrar que não merece ser despromovido e, apesar do desacerto dos companheiros no momento de rematar à baliza, nunca desistiu de levar perigo à baliza de Beto.