A FIGURA: Amir

Três grandes defesas e outras tantas boas intervenções mantiveram a baliza do Marítimo inviolada no primeiro tempo do jogo. O guardião teve menos trabalho na etapa complementar, mas o trabalho que realizou na etapa anterior merece ser destacado acima de todos os intervenientes na partida, tanto pela constância como pela produção que deixou em campo em momentos decisivos.

O MOMENTO: 90+5’

Patrick não vai esquecer tão cedo o regresso a uma casa que conhece. O lateral, que representou o Marítimo há duas épocas, levou o braço à bola na sua grande área e cometeu o penálti que veio a originar o golo que sentenciou a partida, já em período de descontos, por intermédio de Rodrigo Pinho.

OUTROS DESTAQUES:

Rodrigo Pinho: o avançado brasileiro entrou bem no jogo e não precisou de muito tempo para obrigar Marco a uma grande defesa. Protagonizou a única substituição efectuada por Cláudio Braga no Marítimo e veio a revelar-se muito acertada, uma vez que trouxe mais critério à construção ofensiva dos madeirenses. Ao cair do pano, não tremeu desde a marca dos 11 metros para dar a vitória à sua equipa.

Zainadine: o patrão da defesa do Marítimo foi obrigado a um trabalho extra para resolver alguns erros por parte do seu colega no eixo defensivo, Lucas Áfrico, que acusou falta de experiência e algum nervosismo na estreia num jogo para a Liga. 

Pedro Pacheco: foi incansável no meio campo do Santa Clara, recuperando muitas bolas e decidindo quase sempre bem e com rapidez na hora de soltar a bola para as transições rápidas que os açorianos lançaram no primeiro tempo. Mas depois foi-se abaixo e acabou por ser substituído.

Fábio Cardoso: o central do Santa Clara, sempre bem posicionado, revelou-se quase sempre intransponível. Só por uma vez deixou Joel fugir, mas no cômputo geral, acabou por sair por cima.