«Houve momentos da época em que conseguimos resultados com suor, até terminando os jogos sob pressão, mas vencemos. Agora, temos muito domínio, criámos muitas oportunidades, marcámos golos que foram anulados, enfim. É muito doloroso, porque é como se tivesse um carro que avariou a cinco metros da meta. Nunca me tinha acontecido como treinador. É muito doloroso», reconhece o técnico.
Agastado com as críticas ao desempenho da equipa, Quique Flores prefere destacar os aspectos positivos. «Queremos encarar esta recta final da melhor forma possível. Oxalá a equipa continue a fazer sempre um massacre com posse de bola, que consiga golos anulados, domínio de jogo, tal como tivemos nas últimas seis jornadas. Só esperemos que os resultados sejam diferentes. Estamos todos afectados, mas apenas porque nas últimas semanas só falamos de títulos de jornais», lembra.
Quique Flores falou ainda
de uma conversa de Rui Costa no balneário do Benfica, que em que não esteve presente, ao contrário do seu adjunto Fran Escriba:
«Não podemos explicar cada uma das situações, porque são muitíssimas. Tenho de preparar várias coisas. O que aconteceu está
dentro da normalidade, não se passou nada de especial.»
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