Jorge Jesus, treinador do Sporting, em declarações na flash interview da SportTV, após o triunfo por 1-0, diante do Boavista:

[Análise ao jogo]: Foi um jogo difícil, como já esperávamos. O Sporting foi um vencedor justo. O Boavista apresentou-se bem organizado, mas tivemos três ocasiões de golo para além do golo, uma pelo Bas Dost, outra pelo Gelson e outra pelo Bruno Fernandes. A equipa do Boavista teve mais posse de bola em alguns períodos, mas durante nove minutos não teve uma oportunidade de golo. Não nos criou problemas nenhuns. O Sporting, com muita determinação, alma e coração, fez com que se suportassem 120 minutos mais penáltis. O objetivo era ganhar, ganhámos bem e tivemos períodos de grande qualidade enquanto estivemos mais ou menos frescos. Os jogadores merecem, os adeptos merecem. Mais uma vez, compareceram em grande número, é sinal que acreditam na equipa. Os jogadores não fazem mais porque não podem, não dão mais porque não podem. O que estão a fazer já é exemplar. Ao intervalo dois ou três jogadores como o Gelson e o Acuña disseram-me que não dava mais. Disse-lhes que se morrermos, morremos lá dentro. Foi o que eles fizeram.»

[Dificuldades físicas dos jogadores]: «O Acuña saiu com dificuldades físicas, mas penso que foi por cansaço. O Mathieu estava lesionado. O departamento médico do Sporting vai fazer o diagnóstico para sabermos. Não temos mais dias para recuperar, sábado temos jogo em Portimão. Vamos ter mais alguns dias para ganharmos oxigénio.»

A diferença está o Sporting a fazer. Está a ganhar. O Sporting está a ganhar, com maior ou menor dificuldade. Há várias jornadas que ganha. A intensidade por vezes não é a melhor, mas estes jogadores têm capacidade técnica, tática e muita alma para superar todas as dificuldades físicas.»

«Temos de dar descanso aos jogadores. Vão ter o descanso que merecem, apesar do próximo jogo ser sábado. Se fosse domingo teriam mais um dia de descanso. Tenho de deixar os jogadores ganharem oxigénio.»

[Amarelo ao Bryan Ruiz foi retirado?]: «Fizemos essa questão ao quarto árbitro e ele explicou que não podiam tirar. A lei é assim.»