Para assinalar o aniversário de Maradona, o Maisfutebol reuniu uma série de testemunhos, compilou dezenas de histórias relatadas por quem partilhou experiências com o antigo jogador.

Sente-se confortavelmente, relaxe e acompanhe-nos nesta viagem vertiginosa, entre o céu e o inferno, a partir desta noite e ao longo do dia de sábado. Antes de mais, o berço pobre, o crescimento precoce. Depois, a Europa, a droga, a glória Mundial e o final da carreira.

A Villa Fiorito, agora no limiar da destruição plena, não esquece o pequeno Diego. Vamos recordar os seus primeiros passos, os primeiros pontapés, o primeiro ídolo até. Tudo isto, antes de se tornar o ídolo de todos os outros.

Descobrimos o treinador que lançou Maradona no Argentinos Juniors, bem como o jogador que ele substituiu na sua estreia como profissional. O Mundo ficou a conhecer aquele talento precoce, mas o regime peronista retardou a sua mudança para o Velho Continente.

Ainda na Argentina, entre as camisolas do Argentinos Juniors e do Boca Juniors, chega à selecção. Seria afastado do Campeonato do Mundo de 1978, então com 17 anos, mas chegaria à montra no certamente de 1982. De má memória para Maradona, incapaz de superar o desalento pelo desaire frente ao Brasil. Despediu-se com um pontapé no ventre de Batista, o primeiro brasileiro que encontrou no caminho.

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