Daniel Ramos, treinador do Marítimo, depois da vitória por 4-1 frente ao Feirense, na 28ª jornada da Liga:

«O que mudou na segunda parte? Primeiro, a iniciativa, o tentar-se fazer algo de diferente do que estávamos a fazer. Estávamos a demorar muito tempo para que a bola chegasse aos homens da frente. Tudo isso foi alterado no segundo tempo. Claro que o golo ajudou, mas temos vindo a trabalhar muito sobre esse aspeto que não estávamos a conseguir implementar no jogo. Na segunda parte, fomos mais objetivos, tivemos mais iniciativa nas nossas ações e a bola chegou muitas mais vezes ao ataque.»

«O golo ajudou, mas trabalhámos muito para isso. Foi uma excelente segunda parte, das melhores que já fizemos aqui em casa. Uma vitória que é justíssima da nossa parte.»

[A explicação para a reação no Facebook ao prémio de Treinador Revelação, atribuído a Nuno Manta Santos durante a Gala Quinas de Ouro, organizada pela Federação Portuguesa de Futebol] «Não quis ser, de forma alguma, arrogante. O prémio foi entregue. Não tenho muito mais a acrescentar. O Nuno é muito boa pessoa, é bom treinador. Peço desculpa se fui indelicado. Apenas quis ressalvar que, por vezes, não são só os vencedores que ganham, mas também todos os outros que conseguiram prestações positivas.»

[Clima de suspeição no futebol português] «Sou super defensor de um clima mais saudável. Menos de suspeição e mais de tranquilidade, porque não é nada agradável. É lamentável que se coloque em dúvida a seriedade dos jogadores e o trabalho deles e dos treinadores. Cada equipa, jogadores e treinadores, defendem a sua instituição.»