«Sobrou para Costa do Marfim mesmo, né», disse Scolari, em Português com sotaque, em São Paulo e citado pelo Terra. «Fiquei cinco anos em Portugal, tenho um filho lá, amigos, comissão técnica da selecção e é um povo que, quando mais precisámos, deu-nos muito apoio», sublinhou o técnico.
«Vou torcer de coração para Portugal, mas para o Brasil também», acrescentou, para admitir depois: «Não posso dizer que vou ficar dividido porque eu sou brasileiro.»
Ora, as duas selecções defrontam-se na última jornada da fase de grupos, depois de ambas terem actuado frente a Coreia do Norte e Costa do Marfim. «De uma perspectiva normal, Brasil e Portugal deverão enfrentar-se já classificados. É bom que seja o último jogo, porque será mais tranquilo, mais aberto, mais natural. E se eu fosse técnico é claro que eu gostaria de estar num jogo como esse», concluiu Felipão.Comentar este artigo
