Depois de ter cilindrado a Itália por 76-14, a principal preocupação do líder do ranking mundial e principal candidato ao título Nova Zelândia centra-se no facto de os adversários na primeira fase serem claramente mais fracos. Depois dos italianos, vêm Portugal e ainda há a Roménia, num grupo em que só a Escócia promete dar mais luta.
Perante isto que perspectivas para os All Blacks no jogo com Portugal? «Vamos jogar de acordo com o nosso orgulho e mostrar alguma sensibilidade, mas não muita», prometeu o treinador. «Não podemos desrespeitar os adversários. Eles estão ansiosos por jogar contra nós e temos de fazer bem o nosso papel», acrescentou o adjunto Wayne Smith.
Certo é que a Nova Zelândia não promete uma exibição tão forte como contra a Itália. «Os italianos não respeitaram o nosso haka», disse o central Luke McAllister. «A tradição diz que o adversário deve ficar de pé, olhar para nós e respeitar a dança. Eles não fizeram isso, desrespeitaram-nos e isso provavelmente deixou-nos mais furiosos».
Com Portugal prometem ser diferentes. «Não queremos humilhar ninguém. Espero que não seja esse o caso», disse o adjunto Wayne Smith. «Espero que seja um jogo que as pessoas possam apreciar e que a selecção portuguesa possa apreciar. Temos de respeitar o facto de ser um grande jogo para o adversário, honrar o jogo e honrarmo-nos a nós próprios trabalhando dentro dos nossos parâmetros habituais».