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A final masculina terminou com a na continuidade de um super-Novak Djokovic que vem do seu melhor ano em 2015 que chegou ao 11º grand slam da carreira. Com (curiosamente) os mesmos 28 anos de Kerber, já se aponta o sérvio aos 14 títulos em «majors» que tem Rafael Nadal; a perspetiva até concretizável até final do ano o que significaria fazer o Grand Slam que só Rod Laver conseguiu na Era Open. Mas, indo por partes, o principal objetivo de Djokovic será o curto prazo e o triunfo pela primeira vez em Roland Garros. Se essa vitória é essencial para o longo prazo, consegui-la dará ao sérvio o que ainda não tem em relação a Roger Federer ou Nadal. E ao falar no suíço e no que falta no palmarés, 2016 também terá um título olímpico de singulares em disputa – que é detido por Andy Murray, o finalista vencido deste domingo na Austrália.