O treinador recusou falar em processos porque acredita que os juízes deveriam ter capacidade para decidir de forma correcta em campo: «Não quero falar, até porque não é essa a minha função. O que posso dizer é que há situações que me podem surpreender, ou não. Se olharmos para quem era o fiscal-de-linha que estava a um metro da jogada, é o mesmo do penalty contra o Trofense, em Alvalade, e o mesmo do golo anulado ao Izmailov na Trofa. Não falo de premeditação, mas há uma coisa que temos de concluir, parece-me lógico: é que ao perto não vê bem. É impossível. Defendo que há gente com competência dentro do campo, ou que devia tê-la, para julgá-lo. No Dragão o que faltou aos elementos da equipa de arbitragem foi coragem e personalidade. Os erros técnicos podem acontecer. Em termos disciplinares faltou coragem. Os problemas deviam ser resolvidos em campo.»