«Há uma atmosfera especial no rosto e na linguagem corporal dos jogadores. Estamos confiantes que vai ser o nosso ano», disse o técnico, no final do primeiro treino do estágio.

Queiroz diz que o encontro com a Suécia «é importante», mas não usa o termo decisivo, como adjectivo para o caracterizar. «Vale os mesmos três pontos que os outros. É uma maratona, e no final fazemos as contas. É um jogo em casa, e a jogar em casa não queremos perder mais pontos», disse.

O palco do jogo será o Estádio do Dragão, recinto que Queiroz espera ser talismã: «É um estádio especial pela envolvência que tem, e porque lembra momentos de sucesso do futebol português. Pode criar a atmosfera ideal para sentirmos o apoio de Portugal inteiro.»

A novidade e as dúvidas

Embora ainda não conte com Edinho no estágio, o seleccionador nacional explicou os motivos que o levaram a convocar o avançado do AEK de Atenas: «Surge na sequência do trabalho de observação que temos feito. Tive a intenção de o ver no estágio da Selecção B, mas não foi possível, devido aos compromissos do clube. Depois de ver os jogos do fim-de-semana entendi que era o momento de dar uma oportunidade a um jogador que tem feito golos e que joga numa posição que queremos ver, e encontrar os melhores.»

Sobre os jogadores que integram o estágio com alguns problemas físicos, Queiroz disse que Ricardo Carvalho está apto, e mostrou-se optimista em relação ao caso de Deco: «Acreditamos, pelos relatórios médicos e pelas conversas que tivemos, que é possível recuperar o jogador, e por isso vai estar connosco. Estamos optimistas, mas ainda é cedo para saber.»