«Não tenho muito jeito de estar a revelar coisas que se passam entre nós, mas sobre o Fábio Coentrão vale a pensa dizer duas coisas: tem uma história hesitante na afirmação como profissional, mas desde o ano passado tem vindo a ter ascendente fantástico», considerou Carlos Queiroz.
«Quando o chamei à selecção de sub-23 formulei uma opinião a respeito dele, transmita-lha e hoje, basicamente, dei-lhe os parabéns pela sua perseverância em chegar ao caminho certo», recordou, para declarar de seguida: «É um bom exemplo para os jogadores jovens.»
Quanto a Hilário, argumentou que a maturidade do guarda-redes pode ser benéfica à selecção: «Conheço-o desde os anos em que estive Inglaterra, é um profissional que pode dar à equipa uma segurança e estabilidade que resulta dos muitos anos de profissional e da experiência no Chelsea. O perfil do Hilário justifica a sua presença.»
No final, duas questões: uma sobre o substituo de Pedro Mendes. Se será Pepe. E outra acerca da maior experiência internacional dos portugueses em relação aos bósnios. «Vai ser um jogo de segredos e é importante que o nosso adversário tente adivinhar algumas coisas, como nós tentaremos também», começou por dizer Queiroz, para depois responder sobre a utilização de Pepe a trinco: «Foi pena o Pedro Mendes não poder dar o seu contributo, porque esteve bem e criou alternativas. Embora pareça haver alguma lógica nas decisões que vou tomar, não vou responder a essa pergunta.»
Quanto à pergunta seguinte, e última, o treinador refere que «um dos argumentos que Portugal tem de pôr em campo é fazer valer a sua experiência». Mais importante será os jogadores «encontrarem tranquilidade mental para isso».Comentar este artigo
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