«O mais importante no futebol é a palavra ¿nós¿, e não a palavra ¿eu¿. Acredito que toda a equipa esta preparada para se suplantar e conseguirmos ultrapassar este adversário que respeitamos», disse o seleccionador nacional, questionado sobre a ausência, por lesão, de Ronaldo.
A mensagem esteve sempre presente, ao ponto de Queiroz dizer que a equipa tinha de se centrar em três coisas: «Primeiro em Portugal, depois em Portugal e por fim Portugal». «Temos argumentos individuais e colectivos. Temos de nos concentrar nos nossos talentos para conseguir um bom resultado nas duas partes deste playoff», referiu também.
Depois de uma fase de qualificação atribulada, Queiroz que atirar as dificuldades para trás das costas e aproveitar uma oportunidade que faz parte do presente. «Abrimos as portas e agora temos de saber passar por elas. Conto com a experiência dos nossos jogadores. Já passaram por momentos de alta tensão, até mesmo ao nível dos clubes, que há que saber tirar proveito disso», disse o técnico, desvalorizando a pressão associada a este «playoff»: «Trabalhamos a vida toda para estar em momentos de tensão. Não podemos discutir isso nestas alturas. É essa mesma a nossa atracção.»
Ganhar, acima de tudo
Simão Sabrosa disse que um «sábado perfeito seria vencer a Bósnia sem sofrer golos», mas Carlos Queiroz não é tão exigente. «Ganhar. Ganhar. Isso é o mais importante. Como, não interessa. Nesse capítulo não sou esquisito», disse o técnico.
Na fase de qualificação a equipa das quinas não se deu muito bem
nos jogos de maior dificuldades, mas Queiroz não está preocupado: «A Bósnia também não ganhou nenhum jogo à Espanha e à Turquia.
O que fomos e o que fizemos não tem peso nenhum neste momento. O que pesa agora é o que vamos fazer neste sábado e na quarta-feira.»
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