«Há que começar e acabar bem, mas acabar é mais importante. A qualificação é uma competição curta e, de facto, não há margem para erros e não há tempo a perder. Só há uma coisa a fazer, que é prepararmo-nos bem e fazer tudo para somar seis pontos nesta dupla jornada», começou por dizer Carlos Queiroz, na primeira abordagem aos encontros com Malta, fora, no próximo sábado, e Dinamarca, em Alvalade, na quarta-feira seguinte.
Mas é o primeiro adversário quem concentra as atenções do treinador nacional, precisamente por ser a estreia. «A melhor coisa para fazer uma boa qualificação é pensarmos primeiro em Malta e só depois na Dinamarca. Cada dia, cada jogo, cada problema...», justificou.
«Alerta total»
Doze pontos são a soma que Portugal espera fazer em Dezembro, altura em que terá realizado quatro jogos - Malta, Dinamarca, Suécia (fora, a 11 de Outubro) e Albânia (casa, a 15 de Outubro). Uma totalidade de vitórias que Carlos Queiroz associa à meta de liderar o grupo A. «A Dinamarca, a Suécia e Portugal são aqueles que, teoricamente, vão lutar pelo primeiro lugar. Temos de estar bem preparados, pois a única coisa que interessa é o primeiro lugar.»
A qualificação passa, igualmente, pela necessidade de Portugal estar em «alerta total», pois, avisou o seleccionador, no futebol nem sempre se distinguem «equipas grandes e pequenas».
«Aqui não se trata de fazer o melhor para ter sucesso.
Nós temos de ter sucesso e temos de fazer o que for necessário. Conhecemos Malta, eles vão tentar surpreender-nos em contra-ataque
e nós temos de marcar», perspectivou, lembrando, ainda, a necessidade de «pensar e executar mais rápido» que os outros, o
que associado a bom futebol torna «maiores as possibilidades de vencer».
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