Apesar da sucessão vertiginosa de acontecimentos, o avançado garante que continua a ser o mesmo de há quatro anos. «Não me sinto diferente, faço o mesmo trabalho há quatro anos, tive agora oportunidade de sair e foi tudo muito rápido. A transferência, ser titular na Supertaça, marcar o golo. Não está a ser diferente, estou igual e vou continuar a ser o mesmo», garantiu.
Quanto aos jogos que esperam a Selecção Nacional, frente a Malta e Dinamarca, o jogador deixa
um alerta. «Qualquer equipa vai querer ganhar a Portugal, somos uma das melhores selecções do Mundo», referiu o avançado que
tanto pode jogar a número dez, como a ponta-de-lança. «Estou preparado par jogar em qualquer lugar», destacou, sem exigir
a titularidade. «Vou trabalhar para merecer a confiança do técnico», acrescentou.
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