«A nossa primeira impressão foi a mesma que a vossa [dos jornalistas]. A relva não é boa, está alta e para quem gosta de trocar a bola como nós as coisas ficam mais complicadas. Todos conhecemos essas dificuldades, bem como as do clima, e temos de trabalhar ao máximo para que esses obstáculos não sirvam de desculpa para o que quer que seja», considerou o atacante português, na conferência de imprensa desta sexta-feira, que decorreu numa pequena sala do Estádio Ta Qali quase tão quente (acima dos 40º) quanto o exterior.
O talento dos jogadores portugueses pode ser decisivo nestas circunstâncias, todavia, para Simão Sabrosa, o sucesso do colectivo deve ser a prioridade de todos: «A inspiração de um dos nossos jogadores pode resolver qualquer jogo em qualquer momento, mas nestas condições é ainda mais importante jogar em equipa. E que a nossa técnica esteja ao serviço da equipa.»
Concretamente
sobre o adversário, o jogador mostrou, à semelhança de Nuno Gomes, ter a lição bem estudada. «Jogam com duas linhas defensivas
de quatro e dois na frente para contra-atacar. Nos últimos jogos têm feito sempre golos, vamos esperar que desta vez isso
não aconteça», perspectivou.
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