«Quando entrar no estádio espero ouvir a canção e dizer: Cheira bem, cheira a África do Sul», disse o seleccionador nacional , em conferência de imprensa, lembrando alegrias anteriores: «Nas raízes daquele estádio estão os aplausos dos adeptos quando levei Portugal ao título mundial.»
Queiroz não gerar consensos junto do público, aparentemente, mas desvaloriza os assobios que vai ouvindo. O técnico entende que entre equipa e adeptos nunca houve divórcio. «O nós existiu sempre. O público da Selecção é fantástico. É o maior clube de Portugal, em número de adeptos. São esperados 4 mil adeptos bósnios, mas sei que o nosso público vai dar uma cabazada», começou por dizer. «A grande questão não é o que eu espero do público. A questão é o que espero do público frente à Bósnia. A segunda questão é que, mais importante do que a forma como somos recebidos, é a forma como somos respeitados à saída», acrescentou pouco depois.
O optimismo de Queiroz é tal,
que o técnico já pensa nos dividendos a tirar do «playoff». «Temos de pensar positivo e pensar também que, ao ganhar à Bósnia,
eliminamos três adversários», disse, referindo-se às equipas que forem eliminadas na referida fase.
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