A importância da vitória no Goodison Park acentua-se se considerarmos que nem sequer exigiu um Benfica de luxo. Jorge Jesus conseguiu gerir efectivos - Maxi Pereira e Aimar. Reforçou algumas opções - Júlio César na baliza, Sidnei a central, David Luiz à esquerda e Ruben Amorim em três posições. E mesmo assim a equipa só precisou de dar um pouco de intensidade à segunda parte para marcar as diferenças sobre um Everton menos debilitado do que há duas semanas.
Duas notas de sinal contrário. Uma, para a exibição completa de Cardozo, com um sentido colectivo que não lhe é habitual. Outra, para a lesão de Ramires, única nuvem negra no rescaldo de uma noite segura e competente.Comentar este artigo
