O Sp. Braga apresentou, neste sábado, Fernando Couto como sucessor de Carlos Freitas no cargo de director-desportivo. O antigo internacional português terminou a carreira de jogador no Parma e, aos 40 anos, abraça um novo rumo profissional.

Vítor Baía (F.C. Porto), Rui Costa (Benfica) e Costinha (Sporting) são outros exemplos de antigos jogadores com funções directivas em clubes da Liga portuguesa. Fernando Couto, natural de Espinho, nunca jogou no Sp. Braga, mas foi companheiro de equipa de Domingos Paciência no F.C. Porto.

Com a saída de Carlos Freitas, o Sp. Braga segue um novo rumo e aposta numa dupla com forte empatia. Domingos Paciência segue no comando técnico e Fernando Couto irá aproveitar os contactos em Espanha e Itália (jogou no Barcelona, Parma e Lázio) para garantir reforços para a formação arsenalista.

«Estou muito motivado para esta nova função Quero agradecer ao presidente a confiança que deposita em mim e espero corresponder, aliás, tenho a certeza que vou corresponder. Estou ansioso para começar, de fazer as coisas bem e espero que tudo corra pela melhor. A experiência que adquiri nos últimos anos, a nível nacional e internacional, pode ser importante e espero transmiti-la ao clube. Estou ansioso por começar e ainda bem que a oficina já abre segunda-feira», começou por dizer Fernando Couto.

O antigo central colaborou com a Federação Portuguesa de Futebol depois de terminar a carreira de jogador. «Como sabem, passei os últimos anos ligado à Federação e sinto que esta é uma grande oportuunidade para mim. Aprendi muita coisa enquanto jogador e, agora, espero que esses conhecimentos sejam importantes no cargo que vou desempenhar. É uma oportunidade boa e quero agarrá-la com toda a força, com alma e coração», acrescentou.

Fernando Couto garantiu que Domingos Paciência, seu antigo colega no F.C. Porto e actual treinador do Sp. Braga, não teve influência no processo. «Ele fez um trabalho fantástico no Sporting de Braga mas esteve à margem desta contratação. Eu tenho uma boa relação com o presidente e aceitei o convie que me fez sem hesitaçaõ. Tenho uma óptima relação com ele e espero que isso seja uma mais-valia para o clube. A ponte entre técnico e manager será, em minha opinião, mais fácil», rematou.

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