«Lembro-me de uma história fantástica. Um dia estava com a minha mulher a observar um jogo e ela, que nunca foi especialista de futebol, disse: Aquele lourinho, magrinho, joga bem, não é? E eu respondi: Pois, aquele não é o problema, o problema é escolher os outros 10. Qualquer pessoa via o talento extraordinário que o João era.»
«Simbolizou uma era de mudança dentro das próprias selecções e até uma certa viragem ao nível da formação», defendeu ainda o treinador, considerando de resto que João Pinto, como outros grandes jogadores da sua geração, tem uma obrigação para com o futebol português: «Ele, o Rui Costa, o Baía, o Figo têm também uma dívida para com o futebol português, a par dos Paulo Sousas e Peixes. Vamos esperar que esta geração, fora das quatro linhas, possa dar de volta o que o futebol lhes deu durante a vida.»Comentar este artigo
