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TP: Nacional-Sporting, 1-3 (crónica)

«Leão» faz a festa em noite infeliz de Proença.

Por Redacção , Manuel Alves2012-02-08 22:33h
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Quatro anos depois o Sporting volta ao Jamor, para disputar a final da Taça de Portugal com a Académica. A equipa leonina redimiu-se do empate na recepção ao Nacional, triunfando na Choupana (1-3), em jogo com arbitragem polémica de Pedro Proença.

Pedro Caixinha montou a sua equipa num 4x2x3x1, apostando na mobilidade de Barcellos, Candeias, Mateus (chegou na sexta-feira do CAN) e Rondon, para tentar surpreender um Sporting que chegou à Choupana com uma estreia no onze: Domingos Paciência apostou no central brasileiro Xandão. Depois, como era de prever, Rinaudo voltou à equipa leonina, após três meses de ausência. Caixinha não pôde contar com Madrid, que se lesionou à última da hora.

Os leões entraram sobre brasas e logo nos segundos iniciais João Pereira perdeu uma bola e quase comprometia. E o mesmo jogador aos 7 minutos fez um corte a um cruzamento de Candeias que levou a bola à barra da sua baliza. Valeu a atenção de Polga que conseguiu cortar sobre a linha de baliza a recarga de Mateus. Os alvinegros estavam motivados e confiantes. Só que Moreno lesionou-se aos 15 minutos e pediu substituição. Foi assistido, saiu e voltou a dizer para esperar para ver se dava para jogar. E os nacionalistas a jogar com dez. Desse facto soube aproveitar Rinaudo que aos 17 minutos abriu o activo apanhando um ressalto de bola à entrada da área e disparando uma bomba que ainda bateu no poste e bateu Vladan. Um erro infantil de Caixinha que custou caríssimo.

O conjunto da Choupana acusou o golo e só conseguiu reagir aos 23 minutos, com Rondon num bom lance individual a proporcionar uma boa defesa a Rui Patrício.
Depois, sempre em contra-ataque pelo lado esquerdo, Carrillo e Insúa viram dois lances seus anulados por fora-de-jogo no limite
.
Como um azar nunca vem só (primeiro foi Madrid que nem ficou nos 18 convocados), também Vladan saiu lesionado, à beira do intervalo. A perder, Caixinha fica limitado em termos de opções para alterar o rumo das coisas.

Expulsão de Rondon complica, Barcellos anima

No recomeço, os locais tentaram de novo assumir a liderança da partida, mas sem grande perigo, diga-se. Domingos Paciência também viu Capel sair lesionado e trocou Evaldo para defesa esquerdo e Ínsua avançou no terreno.
E ao minuto 56, Rondon que tinha perdido uma bola correu atrás para a recuperar entrando de carrinho por trás. Pedro Proença, bem colocado, assinalou falta (muitas dúvidas) e mostrou o segundo amarelo ao avançado, com a consequente expulsão. O Jamor ficou cada vez mais longe para os nacionalistas.

Só que num cruzamento longo de Claudemir, Diego Barcellos surgiu nas costas de Polga e com Patrício a meio caminho cabeceou para a baliza empatando a contenda (63m).

Só que num lance duvidoso, que não pareceu falta, Pedro Proença apita grande penalidade por carga de Claudemir sobre Ínsua. Quem não desperdiçou foi Wofswinkel, que fez o 1-2.

O recém-entrado Keita ainda assustou aos 82 minutos, mas o desvio com o pé saiu ligeiramente ao lado, após mais uma falha da defesa sportinguista. Até ao final o Sporting defendeu como pôde e o Nacional atacou com o coração. Keita voltou a falhar o remate após um bom cruzamento de Candeias, aos 87 minutos.

Já em tempo de descontos Mateus viu Patrício negar-lhe o golo. E já diz o ditado: quem não marca, sofre. João Pereira carimbou a sentença num bom lance técnica, fazendo 1-3. Os «leões» estão na final da Taça de Portugal, quebrando um ciclo negativo na I Liga e Taça da Liga.

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