Eduardo Húngaro (Sertanense): «Havia uma esperança, mas cedo foi por terra»

Taça: Sertanense-F.C. Porto, 0-4 (reportagem)

Por Pedro Calhau       10 de Fevereiro de 2008 às 19:03
Eduardo Húngaro, treinador do Sertanense, reconheceu a superioridade do F.C. Porto, mas destacou as bases que a sua equipa está a lançar para o futuro:
«Sabíamos as dificuldades que íamos enfrentar, mas havia uma esperança. Cedo foi por terra, pois o Tarik foi muito feliz na finalização. Ficou claro que o Sertanense, na III Divisão, tem uma equipa com jovens e com qualidade».
«É um jogo que serve até de referência. Fizemos história. Nunca uma equipa da III Divisão chegou tão longe na Taça. Fica registad e vai demorar até outra equipa da III Divisão voltar.»
«Não marcar um golo era um castigo que não merecíamos, pois a equipa mostrou argumentos para fazer um. E parece que houve um penalty, mas eu estava longe para ajuizar em pleno.»
«O Porto mostrou a equipa que é. Uma equipa grande quando ataca, ataca para marcar. Uma equipa pequena, ataca por atacar. Mas, na segunda parte, o Porto deu espaço no final e os jogadores foram lá.»
«A nossa equipa foi como esperávamos. O Porto impôs-se como grande equipa que é. Jogadores muito qualificados fizeram golos em momentos determinantes: o primeiro foi cedo; no segundo, o jogador parece-me um pouco adiantado; e o terceiro foi no fecho da primeira parte. Forçámos para marcar, mas não tivemos nem a frieza nem a competência.»
«Estamos a lutar pela subida de divisão, mas estamos com os pés assentes no chão e conscientes de que a nossa trajectória no futebol português só está a começar. Mas chegámos para ficar.»


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