A IGE informou os pais da aluna que «a queixa foi arquivada, porque a atuação da escola näo mereceu censura jurídico-disciplinar», noticia a Lusa.

Eduardo Mascarenhas, o pai da criança, já terá entretanto exposto o caso ao Provedor de Justiça.

O encarregado de educação da menina de quatro ano contesta a adaptação da letra e o facto de as crianças cantarem «várias vezes ao dia» a versão «Vai-te embora pulga maldita/batata frita/viva o Benfica».