Os anfitriões começaram por deixar que os visitantes tomassem conta do jogo. O Belenenses assumiu o ataque e o Estoril tentou perceber como poderia contrariar as ações do adversário.

Nos primeiros minutos, os azuis do Restelo encostaram os anfitriões à sua área, ainda que sem efeitos práticos. Pelo menos até aos 20 minutos. Aí, Miguel Rosa decidiu «encher o pé» e rematou cruzado. A bola ainda bateu à frente de Vagner, «traindo» o guarda-redes.

O Estoril tentou reagir e viu-se algum equilíbrio na partida, mas os estorilistas falharam o objetivo, colocar a bola na baliza de Matt Jones. Faltou, sobretudo, alguma dinâmica na transição da defesa para o ataque.

Aos 39 minutos, os adeptos da casa saltaram das cadeiras, mas o remate de Diogo Amado bateu nas malhas laterais.

Ao intervalo, Couceiro mexeu na equipa: tirou Bruno Miguel e Bruno Lopes, colocou Babanco e Kléber. O Estoril parecia estar apostado em dar a volta ao resultado e começou a aproximar-se da baliza de Matt Jones, mas o Belenenses equilibrou as contas.

Aos 57 minutos as alterações feitas por Couceiro tiveram efeito. Kléber igualou a partida, depois de passe de Kuca. O camisola 13 colocou a bola sobre o guarda-redes do Belenenses e ainda foi até à linha certificar-se que a bola entrava.

Os festejos duraram apenas três minutos. Deyverson fez o 2-1, a passe de Sturgeon. Aos 64 minutos, Rúben Fernandes rematou e a bola embateu no poste! O jogo estava animado e dividido. Pelo menos, prometia sê-lo.

Mas, a partir daí, o Belenenses parece ter abrandado para gerir a vantagem, enquanto os homens da casa procuraram o empate. Uma luta que não deu frutos.